sexta-feira, 13 de maio de 2011

Terei um juiz amigo e exclusivo!


 
A luta foi grande, mas saiu. Para a felicidade da minha sogra Ceo!!!

Terei a honra de ter o meu casamento civil celebrado por um juiz amigo e que conheci desde a época da faculdade. Hermance Gomes Pereira, juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital, foi devidamente autorizado pelo presidente do Tribunal de Justiça, Abrahan Lincoln da Cunha Ramos, a celebrar o casamento dos nubentes Lívia Karol Pereira de Araújo e Eliseu Lins de Oliveira. Essas informações constam no diário da Justiça, que circulou no dia 12 de maio de 2011.

Para chegar até esse simples despacho foi mais de um mês. Mas ficou mais simples porque Hermance topou e nos ensinou o caminho das pedras. Fui até o TJ conversar com assessor da presidência, fiz requerimento, assinei protocolo e liguei três vezes na semana para ver ser o pedido entrava em pauta!

Foi quando a doce amiga Nilmara Braga entra na minha sala com um papel na mão e me diz: você já tem um juiz pra casar! Era uma cópia do Diário da Justiça com a publicação da portaria.

Ceo está nas nuvens. Mais do que ninguém ela sonhava com um juiz na cerimônia!

Moderno, diferente e ecologicamente correto



Em casamento com verba curta a criatividade tem que dominar no pedaço. Essa foi a saída que eu e Eliseu encontramos para economizar na conta – sempre gigantesca – de convites impressos e cheios de detalhes. A nossa estratégia era “aplicar’ esse valor em atrativos pra festa, como mais gás para a cerveja ou uma atração musical melhor.

Pois bem. Vamos recorrer aos amigos. E foi nas mentes dos meus amados Lula e Allysson que deixamos a criação do convite eletrônico. Passamos para eles apenas uma foto, que é a primeira que tiramos juntos, e as informações básicas.

O resultado foi um convite lindo, simples e que conseguiu transmitir toda a felicidade que queríamos passar para os nossos convidados. A segunda parte da diversão foi criar um email próprio para passar o convite: conexaocaicosalvador@gmail.com. Com isso, ficamos livres para colocar no item Assunto uma frase especial para cada convidado.

O resultado foi uma chuva de elogios. Por isso, aconselho a Lula e Allysson abrirem mais esta frente trabalho: convites diferenciados para casamento!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

"Se for pelo samba, você já está casada"

Depois de uma busca incansável por Mirandinha, uma série de telefonemas e alguns desencontros, eis que eu consigo conversar com ele na porta da Ecoclínica!

Sim, e a conversa foi proveitosa. Acertamos valores, conversei com a pessoa que vai instalar o som, combinei algumas músicas, combinei como pagar e enfim...expliquei o endereço do La Tertulia umas des vezez para ele não esquecer.


E não resisti: Mirandinha, se vc não for, eu vou chorar! Minha festa de casamento não vai ser a mesma coisa.

E ele me respondeu: senhorita, se for pelo samba que a gente vai fazer, você já está casada. E pela sua cara de quem esta empolgada, você vai ser muito feliz!

Confesso que achar Mirandinha e combinar os pagamentos eram a minha maior preocupação. Eu sonhava em ter a banda na minha planejada - porém não executada - festa de 30 anos. Mas, como o aniversário e o casório são datas próximas, eu tive que escolher.

Sempre achei muito chatos aqueles casamentos que começam com música instrumental, depois Djavan, depois Jorge Vercilo, depois uma sequencia de canções internacionais até chegar aos anos 70, com direito a I will survive.

Quero festa e alegria. E só o bom e velho samba consegue manter do começo ao fim.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Enfim... as sandálias

- Amor, domingo tem Ba-Vi.
- Ótimo. Vou aproveitar e procurar minhas sandálias no shopping!

Na minha qualidade de boa cliente, fui procurar as sandálias do casório nas lojas que não decepcionaram meus pés com calos ou dores.

Depois de ouvir algumas respostas negativas e indicações de outras lojas, fiquei passada com uma vendedora de uma loja mega-chique (que fique claro que ela ainda não viu meu dinheiro) que simplesmente RIU da minha cara porque, segundo ela, SANDÁLIA BRANCA ESTÁ EM DESUSO. É lógico que eu expliquei que se tratava de algo para um CASAMENTO.

Respondi educadamente: Amiga, eu não volto mais aqui.

Mais uma circulada e cheguei- enfim - na última opção: Calzature. Nunca gostei e sempre relutei em entrar. Bom, mas o tempo está passando. Para minha surpresa, tinha um vitrine só para sandálias/sapatos para casamento.

Cada modelo lindo e escolhi um que tinha  detalhes em renda, combinando literalmente com o meu vestido! O melhor foi o preço: nada assustador.


Provei uns três números até achar o que não iria sair do meu pé - já imaginou que lindo se sandála sai do meu pé em pleno gramado do La Tertulia???  Que fotos, meu Deus!!

Ainda dei uns pulinhos da frente do espelho da loja, para ver se o conforto era realmente o que eu precisava.

Cheguei em casa e fui correndo riscar o item "sandália" na lista de preocupações. Não resisti e coloquei nos pés de novo (aproveitando que maridinho não estava!!) e ainda ensaiei uns passinhos de samba para ver se a danada aguenta!

domingo, 10 de abril de 2011

O primeiro problema doméstico solucionado

Ah, a vida a dois! Tantas alegrias, tantos risos, sonhos e também probleminhas de uma casa para solucionar.

E hoje - domingo (10 de de abril) - a pia da cozinha insiste em entupir. Vamos ao supermercado, procurar um desentupidor e coca-cola para limpar o ralo (diz Eliseu que dá certo. Vamos esperar!).

Pois bem. Maridinho deu show organizando a pia e ainda limpou o resultado! Fiquei tão feliz... Espero que ele continue assim por um booooooooom tempo.


E o melhor de tudo foi brindar o problema resolvido com o espumante que vamos ter na nossa festa de casamento, depois de fazer uma baita pesquisa de preços em supermercado da cidade...

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Foi fácil escolher os padrinhos

Casamento tem detalhes engraçados e engenharias mil para agradar aos noivos, familiares e convidados.

Já ouvi histórias de todo o tipo sobre os critérios para escolher os padrinhos, desde o diferencial no presente (o famoso escolhe fulano que pode te dar uma geladeira!)  até a importância que os escolhidos têm para as famílias dos noivos.

Bom, como o meu casamento é algo fora do padrão - e eu quero que seja- a escolha dos padrinhos foi fácil demais. Os critérios foram todos subjetivos, porém com a certeza de que acertei na mosca na hora de convidar. E outra: como será um casamento no civil, sem pompas da igreja e tudo muito simples, aquela fila de padrinho enoooooooooooorme está fora de cogitação.

Para assinar o documento do cartório, escolhi Carol e Paulo, meus irmãos adquiridos por força do dia-a-dia. Não poderia ser diferente. Os dois conhecem todos os meus defeitos, qualidades, personalidade e se envolveram demais na minha história de vida. Com eles ri, chorei, viajei, briguei, me diverti, discuti, bebi, arenguei e por aí vai. Mais do que isso é o cuidado que eles têm comigo e o apoio que me dão sempre que eu levanto a bandeirinha pedindo socorro.

E somente eles dois estariam dispostos a tirar cópias de seus documentos depois das dez horas da noite para no dia seguinte eu poder dar entrada na preparação do casamento. Tudo isso porque a desorientada da noiva só leu a relação de documentos exigidos por Lei na última hora....

No dia da cerimônia - 18 de Junho - eles vão fazer companhia a mais um casal de amigos queridos: Mauricio Melo e Tatyana Valéria. Mau me conhece desde o primeiro dia de aula na UFPB, lá em 1998. Taty é a amiga que ele trouxe quando decidiu se casar com ela e que se tornou pessoa de absoluta confiança. Eles foram responsáveis pelo meu título de TIA, quando providenciaram o neguinho Rafael, meu primeiro sobrinho. Com Mauricio, eu aprendi muito sobre jornalismo e dividi literalmente o diploma. Nos orgulhamos de mater a amizade mesmo depois de formados e discutimos todas as nossas agruras da profissão.


Por último, duas pessoas que são o meu orgulho de vida: minha Mana e meu Cabeção. Eles dois estão comigo para tudo, mesmo com uma distância de 358 Kms entre nós. Eles representam todo o amor que tenho pela minha família e a segurança que ela me oferece. Minha Mana é parte de mim e meu Cabeção é um arengueiro chto, porém o ser humano mais humano que eu conheço.


Esses são os meus padrinhos. Não vou atencipar a decisão de Eliseu porque ele ainda está organizando o tabuleiro, mas tenho certeza que todas as pessoas escolhidas vão abençoar a nossa relação e estarão conosco porque foram essenciais em nossas vidas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Parece coisa de filme

O email da minha madrinha Socorro com os possíveis modelos para o meu vestido de casamento veio para solucionar o meu principal problema  - pois eu não conheço mulher nesse mundo que não queira estar linda no grande dia.


A escolha foi fácil, pois ela conseguiu entender direitinho o que eu queria. Depois veio a luta: encontrar a costureira caprichada e barata porque o orçamento anda curto! Depois de ligar para as amigas, familiares das amigas, amiga das amigas e até pedir ajuda no twitter, eis que surge Dona Joaninha.

E Walesca liga: "Olhe, ela costura muito bem, fez o vestido de casamento da irmã de Lula (esse é o esposo de Walesca), fez vestidos para Laís ( a filha de Walesca), fez vestidos para minhas amigas, mas só tem um problema: eu não tenho telefone dela e nem sei como conseguir. Só sei ensinar como chega na casa dela".


Ok, Walesca, vamos brincar de bater de porta em porta!

Depois de passadas as referências, chego no prédio de três andares e sem saber o número do apartamento de Dona Joaninha, porque nem isso Walesca sabia. A sorte foi uma moça que estava na porta do prédio recebendo um Sedex e me respondeu calmamente onde encontrar a pessoa mais importante na última semana!

Ver Dona Joaninha foi um momento único. Depois de jogar a conversa de noiva desesperada, com medo de não ter um vestido bonito e sem tempo, ela tirou minhas medidas, fez pesquisa de preço onde comprar tecido mais barato e resolveu tudo em alguns minutos.

Me mandou achar uma loja lá em Mangabeira onde tinha a renda que eu queria e fui bater lá. Só que eu me perdi e liguei pro dono da loja ir me buscar na avenida principal. Saí de lá radiante com aquela renda linda nas minhas mãos.

No dia seguinte, fui com minha sogra deixar os tecidos em Dona Joaninha, que se despediu de mim dizendo: "Aguarde minhas ligações para a prova".

E esse telefonema que não chega?